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Advocacia em Direito de Família em Curitiba

Divórcio com Imóveis, Empresa ou Investimentos em Curitiba. Segurança Jurídica e Patrimonial em Momentos de Ruptura.

Quando uma separação envolve patrimônio construído ao longo de anos — imóveis, participação societária, estruturas financeiras —, a condução jurídica deixa de ser um processo e passa a ser uma decisão estratégica.

Assessoramos cada caso com a profundidade técnica e a discrição que essa responsabilidade exige.

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  • Condução pela Dra. Aline Pereira · Mestre em Direito
  • Sigilo profissional integral · OAB/PR · LGPD
  • Atuação Especializada em Direito de Família
  • 10+ Anos de Experiência 

Um divórcio mal conduzido não afeta apenas o relacionamento — afeta o que você construiu

Um processo de reestruturação familiar sem a orientação adequada pode resultar em:

Risco ao Patrimônio Construído

Risco ao Patrimônio Construído

Erros na definição da partilha e na avaliação de bens podem resultar em perda financeira significativa.

Desgaste Emocional e Exposição

Desgaste Emocional e Exposição

Litígios mal conduzidos aumentam o nível de tensão, geram embates desnecessários e podem afetar inclusive a relação com seus filhos.

Impactos Negativos para os Filhos

Impactos Negativos para os Filhos

Decisões problemáticas sobre guarda, convivência e pensão podem comprometer a estabilidade emocional das crianças e criar conflitos permanentes.

Acordos Imprecisos Reaparecem como Novos Conflitos

Acordos Imprecisos Reaparecem como Novos Conflitos

Cláusulas mal elaboradas sobre uso de imóvel, participação nos resultados da empresa ou revisão de pensão não ficam no passado — elas reaparecem. A precisão técnica de cada ponto do acordo é parte central do trabalho.

Nossa assessoria transforma um cenário de incertezas em um caminho seguro e organizado

Oferecemos uma abordagem técnica, estratégica e personalizada, construída sob medida para o seu caso.

Divórcio Consensual

Solução Rápida e Segura
Quando há disposição para diálogo, conduzimos o processo com agilidade — em cartório ou via judicial. Cada cláusula é elaborada com precisão técnica: avaliação dos bens, estrutura da partilha, organização de investimentos, guarda e pensão. O objetivo é um acordo sólido que não deixe pontos abertos para reabrir depois.

Ideal para casais que, apesar do fim da relação, ainda conseguem dialogar e desejam evitar conflitos e demora excessiva.

Divórcio Litigioso

Representação Técnica Qualificada
Quando não há consenso, atuamos com rigor técnico em cada frente — processual, patrimonial e tributária. Com atenção constante às particularidades do caso e avaliação honesta de quando um acordo bem estruturado serve melhor ao interesse do cliente do que a continuidade do litígio.

Atuação técnica e combativa diante de cenários de alta complexidade e conflito.

Divórcio com Empresa ou Sociedade

Divórcio Envolvendo Empresas
Quotas societárias e empresas familiares exigem que o processo de divórcio e a operação do negócio corram em paralelo, sem conflito. Estruturamos a partilha preservando a continuidade da empresa e os interesses dos demais sócios.

A empresa continua operando.

Guarda e Convivência

Clareza e Estabilidade para os Filhos
Definimos o modelo de guarda e regulamentamos a convivência com atenção às necessidades reais dos filhos e à realidade de cada família. Acordos tecnicamente precisos — com previsão expressa de revisão quando as circunstâncias mudarem — para que o tema não precise ser reaberto a cada mudança de rotina.

Resolução de conflitos com foco na proteção dos menores.

Acordos Pré-nupciais e Organização Patrimonial

Prevenção de Conflitos
Elaboramos pactos e contratos de convivência compatíveis com a realidade de cada situação — não modelos genéricos. Documentos que definem com clareza o regime de bens e protegem o patrimônio de ambas as partes.

Transparência, segurança e prevenção, reduzindo o potencial de disputas em eventual separação.

Planejamento Tributário da Partilha

Visão Jurídica e Tributária Integradas
A estruturação da partilha tem implicações diretas em ITCMD, ganho de capital e tributação da empresa. Integramos a análise fiscal ao processo desde o início — para que a forma de dividir os bens seja juridicamente correta e fiscalmente consciente para ambas as partes, não uma revisão feita depois que os documentos já estão assinados.

Análise fiscal e planejamento tributário.

Do primeiro contato ao caso encerrado — sem etapas escondidas, sem surpresas no meio do caminho

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Análise Inicial e Diagnóstico

Primeira conversa presencial ou por vídeo. Ouvimos o caso, mapeamos o patrimônio, nomeamos as questões técnicas envolvidas e apresentamos os cenários disponíveis. Você sai da conversa sabendo o que tem direito, o que está em jogo e o que pode fazer.

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Estratégia Definida — Você Aprova Antes de Executar

Com o caso mapeado, definimos juntos a abordagem: estrutura da partilha, linha do tempo realista, impactos tributários antecipados, estratégia societária quando necessária. Nada é executado sem que você entenda e aprove cada decisão — incluindo os riscos de cada caminho, não apenas os benefícios.

3

Execução e Acompanhamento Contínuo

Conduzimos todas as medidas jurídicas necessárias, audiências, negociações e manifestações técnicas, mantendo você informado a cada etapa relevante e ajustando a estratégia conforme o desenrolar do caso.

4

Conclusão e Implementação das Decisões

Após a sentença, homologação de acordo ou decisão sobre partilha, guarda e convivência, cuidamos dos registros, averbações e providências complementares, garantindo que tudo esteja de fato implementado na prática.

O que nossos clientes dizem

Uma conversa inicial. Clareza antes de qualquer decisão.

Em 30 minutos é possível entender o que o seu caso envolve juridicamente, as questões técnicas em jogo e os caminhos disponíveis. O objetivo é que você decida o próximo passo com informação real, não com incerteza.

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O que as pessoas mais querem entender antes de dar o primeiro passo

Como são definidos os honorários? É possível ter uma ideia antes da primeira conversa?
Os honorários são definidos após a análise inicial, com base na complexidade do caso, na natureza do patrimônio envolvido e na dedicação técnica estimada. Cada proposta é apresentada com clareza e escopo definido — sem surpresas no meio do processo. O que podemos dizer antes: em casos com patrimônio relevante, o custo da assessoria especializada tende a ser muito menor do que o custo de uma estruturação inadequada — seja em tributação não planejada, em avaliações contestáveis ou em acordos que precisam ser refeitos.
Preciso obrigatoriamente de advogado para o divórcio?
Sim. Em qualquer modalidade de divórcio – judicial ou extrajudicial (em cartório) – a participação de advogado é obrigatória. O profissional assegura que seus direitos sejam resguardados, que a partilha de bens, guarda, convivência e pensão sejam adequadamente tratados e que o documento final seja juridicamente válido, evitando nulidades, disputas futuras e interpretações ambíguas.
Qual é a diferença entre um divórcio judicial e um divórcio extrajudicial?
O divórcio judicial ocorre por meio de um processo formal perante o Poder Judiciário, com a participação obrigatória de um juiz. Ele é necessário sempre que há filhos menores ou incapazes, discordância entre as partes sobre qualquer ponto relevante (bens, guarda, pensão, etc.) ou quando o casal não preenche os requisitos para a via administrativa. O trâmite pode envolver audiências, perícias e decisões judiciais, sendo mais demorado e formal. Já o divórcio extrajudicial (ou em cartório) é realizado por escritura pública em um tabelionato de notas, sem necessidade de intervenção judicial. Ele é permitido apenas quando o casal está de acordo sobre todos os termos do divórcio e não possui filhos menores ou incapazes. Essa modalidade é mais ágil, discreta e menos burocrática, ideal para situações em que há consenso e estruturas patrimoniais já organizadas.
Como é definida a partilha de bens?
A forma de partilha depende do regime de bens adotado (comunhão parcial, comunhão universal, separação, participação final nos aquestos, pacto antenupcial, união estável etc.) e da natureza dos bens. É feita uma análise detalhada de quando e como cada bem foi adquirido, se é comum ou particular, se há empresas, quotas sociais, investimentos e outros ativos relevantes.
Há empresa na sociedade. O divórcio pode paralisar o negócio?
Não precisa. Com a condução adequada, a operação da empresa é preservada durante todo o processo. Na maioria dos casos, não se divide a empresa em si, mas o valor econômico da participação — o que pode ser estruturado por compensação com outros bens, acordo entre sócios ou reorganização societária.
Existem implicações fiscais na partilha de bens que devem ser consideradas antecipadamente?
Sim. A estruturação da partilha pode ter implicações significativas em termos de impostos estaduais (ITCMD) e federais. Um aconselhamento jurídico integrado com consultoria tributária permite que a divisão de bens seja realizada de forma otimizada, minimizando a carga fiscal para ambas as partes. Esta é uma razão adicional pela qual a especialização e a visão estratégica são fundamentais em casos com patrimônio relevante.
O que é guarda compartilhada e quando ela é aplicada?
A guarda compartilhada é o regime em que ambos os pais dividem, de forma equilibrada, os poderes e responsabilidades sobre os filhos, independentemente de onde a criança resida. Ela busca priorizar o melhor interesse da criança, garantindo a participação ativa de ambos os genitores nas decisões importantes da vida do filho.
É possível realizar um pacto antenupcial após o casamento?
Não. O pacto antenupcial, por definição, deve ser realizado antes do casamento. Após o casamento, o regime de bens já está estabelecido e não pode ser alterado através de um pacto. Contudo, existe a possibilidade de uma separação de bens consensual, que é um procedimento judicial que permite ao casal alterar o regime de bens durante o casamento, desde que ambas as partes concordem. Esta é uma alternativa para casais que desejam modificar sua estrutura patrimonial após o matrimônio.
É possível manter confidencialidade sobre informações sensíveis de patrimônio e finanças durante o processo?
Sim. Em situações que envolvem informações pessoais sensíveis, dados empresariais, patrimônio relevante ou exposição de menores, é possível requerer o segredo de justiça, restringindo o acesso aos autos. Além disso, é recomendável que acordos e documentos paralelos observem cláusulas de confidencialidade, e que toda a condução do caso seja pautada por discrição e sigilo profissional, em conformidade com as normas da OAB e da LGPD.

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